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Desemprego – Taxa média é a maior já registrada

O desemprego do Brasil teve a terceira queda seguida, ficando com 13,9% no trimestre, que encerrou em dezembro, segundo os dados disponibilizados hoje, pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Entretanto, ainda são cerca de 13,9 milhões de brasileiros desempregados em 2021.

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Já a taxa média de pessoas que não trabalham no ano de 2020 foi de 13,5%, a maior série iniciada desde 2012.

Em 2019, por sua vez, o número de 11,9%.

A média anual de desempregados, que ficou em 13,4 milhões, é a maior série anual e aumentou 6,7% se comparado em 2019, mais de 840 mil pessoas.

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Na pesquisa que foi realizada anteriormente, referente ao mês de novembro, a taxa de desemprego estava em 14,1%.

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Outro dado bem interessante é que o número de trabalhadores com carteira assinada teve uma redução recorde, cerca de 2,6 milhões, ficando em 30,6 milhões, o menor desde 2012.

Impactos decorrente da pandemia

Especialistas vem destacando a semanas que uma retomada do mercado de trabalho só depende do controle da pandemia e de uma vacinação que aconteça em grande parte da população.

Através das necessidades de medidas de distanciamento social para conseguir controlar o vírus, acabou paralisando atividades econômicas, o que influenciou na decisão das pessoas na hora de pararem de procurarem emprego.

Com o decorrer das semanas, aconteceu o relaxamento dessas medidas, o que tornou um maior contingente de pessoas buscando a voltar emprego, pressionando assim o mercado de trabalho.

Quantidade de pessoas com emprego no Brasil é a menor desde o início da série

Na média anual, a população que está com emprego reduziu 7,3 milhões de pessoas, indo então para 86,1 milhões, chegando ao menor número da série anual, desde que foi criada.

Assim, pela primeira vez, menos da metade da população com idade para trabalhar estava ocupada no país.

No ano de 2020, o nível de ocupação foi de 49,4%.

Desemprego – Não há trabalho para 32 milhões de pessoas

Segundo os dados do IBGE, no Brasil, havia mais de 32 milhões de pessoas subutilizadas no quatro trimestre.

Se levarmos em consideração a média anual, houve uma alta de 13,1%, ou seja, mais 3,6 milhões de pessoas a mais em relação a 2019.

O grupo de trabalhadores subutilizados inclui:

  • Desempregados;
  • Subocupados, aqueles que trabalham menos de 40 horas semanais, mas gostariam de trabalhar mais;
  • Pessoas com força de trabalho potencial, não estão procurando emprego por diversos motivos;
  • Desalentos, pessoas que desistiram de procurar uma ocupação no mercado.

Quais são as perspectivas para o desemprego no Brasil?

Por causa do fim do auxílio emergencial no fim do ano passado e começo de janeiro, aconteceu a desaceleração no ritmo da recuperação econômica neste começo de ano.

Com a queda da renda e a inflação ainda mais salgada, tem levado as pessoas buscarem por emprego, o que leva a taxa de desemprego se manter em alta, ainda no primeiro trimestre de 2021.

A média das novas projeções do mercado para o crescimento do PIB em 2021 vem sendo revisada para baixo e está atualmente em 3,29%, segundo a pesquisa desenvolvida pela Focus do Banco Central.

 

Vale lembrar que um novo auxílio emergencial está sendo votado e deve começar a ser distribuído para a população mais pobre em março de 2021.

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