Tribunal de Contas da União (TCU) aponta problemas e pressiona governo

Um relatório preliminar realizado pelos técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta falhas no Orçamento de 2021 e aumentou ainda mais a pressão no governo.

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Fontes ligada ao Palácio do Planalto afirmam que o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, vem buscando para a si a responsabilidade e que as negociações com o Congresso caminham para vetos parciais.

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Entretanto, ainda não existe nenhum acordo fechado.

Presidente sabe que está sobre o risco de ser denunciado pelo Tribunal de Contas da União

O presidente já estaria convencido de que está sob o risco de cometer o crime de responsabilidade, por isso ele avisou a sua equipe técnica que ele vai arbitrar para poder solucionar o problema do Orçamento 2021

A situação acabou gerando um clima de pressão dos parlamentares contra o ministro da Economia, Paulo Guedes, que estaria descumprindo o acordo que foi firmado.

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Além disso, o ministro tem falado que houve exageros e que falta maior coordenação.

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Entre os parlamentares, o ministro foi apelidado de “Evergreen”, nome da empresa proprietária do navio que encalhou no canal de Suez.

TCU quer obter mais informações

O relatório enviado pelo Tribunal de Contas da União afirma que as informações que estão disponíveis no Orçamento não são o suficiente para responder se existe um trecho institucional ou não.

Além disso, os técnicos dizem que não houve uma apresentação da metodologia de cálculo das estimativas que estão sendo apresentadas nas despesas.

Portanto, os técnicos mencionam que o governo precisa enviar informações oficiais, principalmente aqueles que mostram que o teto dos gastos será preservado.

Paulo Guedes sob risco de queda depois de envolvimento do Tribunal de Contas da União

Não é de hoje, que o mercado financeiro questionou a possível saída do Ministro da Economia, Paulo Guedes.

Resiliente diante da situação, o ministro se manteve na pasta, entretanto, a novela ganhou novos capítulos em 2021.

Como já era esperado, esse novo capítulo gira em torno de um embate entre o ministro e o Congresso, a respeito da aprovação da Lei Orçamentária Anual, conhecida também pela sigla LOA.

Lei Orçamentária Anual atrasada pode fazer com que Ministro da Economia peça para sair

A LOA, historicamente, é aprovada no fim do ano anterior.

Nesse caso, o Brasil está neste momento, operando o orçamento da máquina pública sem nenhum painel de guia, já que houve um atraso de três meses.

Isso aconteceu porque o governo negociou liberar mais dinheiro às emendas parlamentares, entretanto, não funcionou como previsto.

O relator do projeto se empolgou e trouxe para a mesa uma pauta que previa menos dinheiro a gastos já contratados, como a previdência privada.

Em um momento do governo onde existe amplo desgaste político do governo e do avanço da pandemia no Brasil, uma parte do governo já levanta a possibilidade de Paulo Guedes jogar a toalha.

Ao sair agora, ele tentaria salvar o seu próprio currículo não compactuando com um orçamento impossível de ser realizado.

Se ele decidir ficar e o orçamento se manter, o mercado se prepara para jogar nas costas a culpa pela recessão e a falta do avanço das reformas.

Entretanto, o mercado prefere outros nomes no ministro da economia.

A partir da entrada de um dos nomes interessados, o governo iria tentar aprovar alguma reforma para melhorara imagem e dar alguns resultados econômicos.

 

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