Will Bank em Liquidação: Ibovespa Atinge Recorde Histórico e Groenlândia Vira Alvo de Trump
Will Bank é liquidado, Ibovespa dispara e Groenlândia se torna centro de atenção global
A semana foi marcada por reviravoltas significativas no cenário econômico e político. No Brasil, a **liquidação do Will Bank**, controlado pelo Banco Master, gerou repercussão, enquanto a Bolsa de Valores brasileira, o **Ibovespa**, alcançou um novo patamar recorde. Internacionalmente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, movimentou as relações diplomáticas com seu interesse na Groenlândia, em um episódio que gerou tensão e posterior recuo.
Esses eventos, somados à valorização do Real frente ao dólar, moldaram o noticiário financeiro e econômico. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) atuou para mitigar os impactos da liquidação bancária, e o fluxo de investimentos estrangeiros impulsionou a bolsa brasileira a novos recordes, demonstrando a resiliência e o dinamismo do mercado nacional.
Acompanhe os detalhes desses e outros acontecimentos que definiram a semana, conforme informações divulgadas pela imprensa especializada.
Liquidação do Will Bank e os Impactos no FGC
O **Will Bank**, conhecido por suas campanhas publicitárias com figuras públicas, teve sua liquidação decretada pelo Banco Central na última quarta-feira. Essa medida é uma extensão da liquidação do Banco Master, anunciada em novembro. Segundo o ato do presidente do BC, Gabriel Galípolo, a decisão se baseou no **comprometimento da situação econômico-financeira e a insolvência** da instituição, além do vínculo de controle com o Banco Master.
Com a liquidação, os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) emitidos pela Will Financeira agora contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), até o limite de R$ 250 mil por CPF. Até o momento desta reportagem, o FGC não havia se manifestado oficialmente sobre o caso.
Uma pesquisa da agência Moody’s aponta que bancos brasileiros deverão enfrentar **custos mais elevados para recompor o FGC** após os pagamentos aos investidores do Banco Master e do Will Bank. A agência estima que o déficit do fundo pode alcançar R$ 55 bilhões.
Ibovespa Rumo ao Topo e o Fluxo Estrangeiro
O **Ibovespa** atingiu um feito notável ao fechar a sexta-feira em **178.858,54 pontos**, o maior patamar já registrado. Em seu pico diário, o índice chegou a ultrapassar a marca dos 180 mil pontos, registrando **180.532,28 pontos**. Essa performance representa uma valorização semanal de 8,53%, a maior desde abril de 2020.
O principal motor por trás desse desempenho foi o **fluxo estrangeiro de investimentos**. Investidores internacionais demonstraram forte apetite por ações brasileiras no início do ano, aportando R$ 12,3 bilhões apenas em janeiro. Esse montante se aproxima da metade do total investido por estrangeiros durante todo o ano de 2025, sinalizando uma confiança renovada no mercado brasileiro.
Donald Trump e o Interesse na Groenlândia
Após declarações sobre a Venezuela e o Irã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou suas atenções para a **Groenlândia**, um território autônomo da Dinamarca. Inicialmente, Trump chegou a sugerir que não descartaria a possibilidade de adquirir a ilha à força, gerando debates e reações internacionais. Ele chegou a expor conversas com aliados da União Europeia em redes sociais.
No entanto, nos dias seguintes, o presidente americano **recuou em sua postura mais agressiva**. Trump descartou a ideia de uma tomada territorial forçada e anunciou um acordo, ainda não detalhado, que concederia aos EUA “acesso total” à Groenlândia. A movimentação diplomática gerou incertezas e debates sobre a soberania e a importância estratégica da região ártica.
Real Forte: Valorização Contra o Dólar
A moeda brasileira, o **Real**, encerrou a semana com um desempenho positivo, acumulando uma **valorização de 1,59% em relação ao dólar**. Apesar de uma leve desvalorização na sexta-feira, quando o dólar subiu 0,05% para R$ 5,287, o saldo semanal foi favorável ao Real. A volatilidade da moeda americana tem sido influenciada pela imprevisibilidade da condução política nos EUA e pela expectativa da próxima reunião do Federal Reserve.
