B3 (B3SA3) em Rumo ao Topo: Análise Técnica Revela Potencial de Alta Após Rali de 32% em 2026

B3 (B3SA3) perto do topo: após rali de 32%, até onde pode subir?

A B3 (B3SA3), principal bolsa de valores do Brasil, tem apresentado um desempenho notável no início de 2026, impulsionando o otimismo dos investidores. Com uma valorização expressiva, o ativo se aproxima de seus recordes históricos, levantando a questão sobre o potencial de novos ganhos.

No último trimestre de 2025, a B3 reportou um lucro líquido recorrente de R$ 1,5 bilhão, um aumento de 21,9% em relação ao ano anterior. A receita líquida também avançou 10,5%, atingindo R$ 2,65 bilhões, superando as expectativas do mercado, embora o lucro tenha ficado ligeiramente abaixo do consenso.

Conforme análise técnica divulgada por Rodrigo Paz, a B3 (B3SA3) segue como um dos ativos mais fortes na Bolsa brasileira, negociando na faixa de R$ 17,95, muito próximo de sua máxima histórica de R$ 18,72. A sustentação vem das médias móveis, que indicam uma tendência de topos e fundos ascendentes, com o Índice de Força Relativa (IFR) em 66,28, ainda sem sinalizar sobrecompra no curto prazo.

Análise Técnica de Curto Prazo: Suportes e Resistências em Destaque

No curto prazo, a estrutura do gráfico da B3 (B3SA3) permanece positiva, desde que o ativo se mantenha acima das médias de 9 e 21 períodos. Estes níveis são considerados a principal zona de defesa para os compradores. Para que a tendência de alta se fortaleça, é crucial superar a resistência de R$ 18,22.

O principal gatilho para a continuidade do ciclo altista seria o rompimento da máxima histórica em R$ 18,72. Caso isso ocorra, o analista técnico Rodrigo Paz aponta alvos potenciais em R$ 19,40, R$ 19,90, R$ 20,40 e R$ 21,20. Por outro lado, um cenário corretivo ganha força com a perda do suporte em R$ 17,80 e R$ 17,08, que coincide com as médias móveis.

Tendência de Alta no Médio Prazo e Alvos Ampliados

No médio prazo, a tendência de alta da B3 (B3SA3) está bem definida, com o ativo negociando acima das médias móveis e mantendo uma sequência consistente de topos e fundos ascendentes. A superação da resistência de R$ 18,72 pode levar as ações a uma região de descoberta de preços.

As projeções de Rodrigo Paz para o médio prazo, em caso de rompimento da máxima histórica, incluem alvos em R$ 20,00, R$ 20,60, R$ 21,15, R$ 21,85, e um objetivo mais ambicioso em R$ 23,00. No entanto, o movimento já se mostra esticado, com o IFR (14) em 74,04, indicando sobrecompra e um afastamento relevante das médias.

Probabilidade de Consolidação e Cenário de Correção

O atual esticamento do movimento da B3 (B3SA3) aumenta a probabilidade de períodos de acomodação ou correções pontuais. No gráfico semanal, a valorização de 32,31% em 2026, após nove semanas consecutivas de ganhos, reforça essa possibilidade. O IFR (14) em 74,04 e o afastamento das médias são indicadores importantes.

Para que o fluxo vendedor ganhe força e ocorra uma correção mais acentuada, seria necessária a perda dos suportes em R$ 17,66 e R$ 16,44, que representam uma faixa-chave de defesa da tendência. Abaixo desses níveis, o ativo da B3 (B3SA3) poderia buscar patamares como R$ 15,14, R$ 14,44, R$ 12,77 e R$ 11,88. Enquanto esses suportes forem respeitados, a leitura técnica permanece positiva, com o viés altista preservado no médio prazo.

É importante notar que, apesar do cenário construtivo, a análise técnica sugere cautela e atenção aos níveis de suporte e resistência para os próximos movimentos da B3 (B3SA3).

Redação Portal DBC

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