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Crédito para microempreendedor: vale a pena durante a pandemia?

O ano começou com surpresas negativas, mudando o hábito não somente dos brasileiros, mas de todas as pessoas no mundo todo. Com isso, o consumidor mudou. Ele não deixou de consumir, mas passou a priorizar compras que entregam em casa, produtos de higiene e comidas rápidas.

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Por conta de tudo isso, muitos seguimentos se viram prejudicados, com perda de faturamento e precisando se reinventar. Mas com baixo faturamento e a incerteza da pandemia, vale a pena pedir crédito para microempreendedor?

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Entenda as mudanças causadas pela pandemia na economia

Crédito para microempreendedor
Saiba tudo sobre o crédito para microempreendedor!

Um dos maiores questionamentos quando começou o isolamento, é sobre como isso poderia afetar a economia e como as famílias poderiam se sustentar, sendo a ordem de que apenas comércios essenciais poderiam funcionar.

De acordo com a pesquisa feita pelo G1, ainda em junho, mas que permanece atual, a pandemia adiantou mudanças no mundo do trabalho, afetando diretamente nos resultados econômicos.

Ainda é cedo para dizer o tamanho do impacto negativo, mas já é possível notar novas tendências formando-se e a conscientização financeira das pessoas começando a surgir. As pessoas estão menos propensas a gastarem por impulso, temendo não ter o suficiente para se manter, e mais preocupadas em pesquisar custo vs benefício.

O que você procura?

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Também é notável o quanto o uso da internet e o home officer tornou-se vital para manter diversos negócios de pé. Empresas como Google e Twitter, por exemplo, estão considerando manter o método de trabalho após a pandemia, pois notaram um aumento significativo na qualidade de vida de seus funcionários e na produtividade.

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Outro setor em crescimento instantâneo é o delivery. Empreendedores que foram rápidos o suficiente para oferecer entrega em casa continuaram trabalhando, sendo perceptível ainda um aumento nos lucros de diversas áreas, principalmente a alimentícia.

Com tudo isso em mente, antes de considerar o empréstimo para microempreendedor, questione-se primeiramente em como sua empresa está respondendo a esta pandemia e até onde você está disposto a mudar sua forma de empreender.

Como obter crédito para microempreendedor durante a pandemia?

Entre as mudanças, entretanto, a mais impactante de todas elas é a empatia. Tanto empresas, quanto pessoas, estiveram pensando no próximo. É por isso que existem, hoje, mais opções de crédito para o pequeno negócio, do que há um ano.

As possibilidades são, tanto por bancos, quanto por cooperativas e instituições financeiras, com facilidades de pagamento e juros menores. Mas os juros ainda estão lá, ok? Por isso, preste atenção nas dicas antes de fechar a primeira proposta de empréstimo que surgir.

1º: Como está a saúde da sua empresa?

Mesmo que sua intenção seja pegar o empréstimo para manter sua empresa de pé,  lembre-se que é uma dívida alta. Sendo assim, tenha um planejamento financeiro.

O planejamento é feito de forma estruturada. Colocando no papel todos os gastos previstos, investimentos, pagamentos futuros e existentes, entrada de dinheiro (em espécie ou não), etc. Também entra no planejamento o objetivo e meta do negócio, avaliação de comportamento do consumidor (como estão comprando? O que mais estão comprando? Onde encontra-los com mais facilidade?), fornecimento, etc.

Com o planejamento feito, você sabe dizer onde está o problema da empresa e consegue analisar se somente o empréstimo é capaz de resolver ou não.

2º: Conheça o método de avaliação do banco

Antes de solicitar análise, questione como ela é feita. Existe a possibilidade de ser recusado por não cumprir algum requisito, mas que em outra instituição este requisito não seja decisivo. No histórico do CNPJ fica registrado o número de tentativas e os bancos conseguem saber quantas vezes foi recusado por outros bancos. Por isso, pesquise bem antes de tentar.

3º: Priorize pagar as dívidas antes

Pode parecer loucura, afinal, talvez você está pensando em fazer um empréstimo para microempreendedor nesta pandemia justamente para quitar dívidas. Mas procure limpar a sua linha de crédito primeiro.

As instituições financeiras assumem um alto risco quando concordam com um empréstimo, então não vão assumir inadimplentes ou quem possui um alto histórico de dívidas em atraso.

O que nos leva para o próximo ponto:

4º: Não faça empréstimo para quitar dívidas

Por mais tentador que pareça, o empréstimo, quando feito, não é recomendado ser usado para quitar dívidas velhas. Isso porque é muito mais barato entrar em um acordo para pagar menos por elas, do que contrair uma nova dívida que será mais cara do que a que já existe.

Por isso, procure analisar em seu planejamento onde está ocorrendo o vazamento de dinheiro, se consegue efetuar cobranças, cortar desperdícios, alcançar mais clientes, fazer promoções e queimar estoque.

Mas onde seria aplicado o empréstimo?

O ideal é que o crédito criado seja para crescer o negócio, segurar as pontas para não deixar o caixa no vermelho e investir em mudanças significativas com alto potencial de resultados bons.

Quais bancos possuem linha de crédito para microempreendedor nesta pandemia?

Cientes que esta é uma época delicada, alguns bancos criaram linhas de crédito para pequenas empresas, com condições especiais, maiores prazos de pagamento e taxas menores. Sendo eles:

  1. Itaú – microcrédito para correntistas, sendo até R$20.300,00 dividido em até 15 meses. Está disponível nas regiões de Campina Grande, Fortaleza, Teresina, Montes Claros, Grande São Paulo e Grande Rio de Janeiro;
  2. Santander – Aumento do limite do cartão de crédito em até 10%, criação do projeto Superamos Juntos, focada em MEI

Também existe o projeto aprovado no Senado Federal que autoriza os bancos Caixa Econômica e Banco do Brasil a concederem empréstimo com condições facilitadas ao microempreendedor, mas ainda é preciso ser sancionado pelo Presidente Jair Bolsonaro.

Vale a pena fazer empréstimo para meu negócio durante a pandemia?

 

Em todas as situações, o empréstimo deve ser feito em último caso, quando existe uma forma de pagar por ele, exista uma renda. A recomendação é que seja aplicado no giro de estoque, capital de giro, melhorias, etc.

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