Bilionários estão cada dia mais bilionários afirma pesquisa do Bloomblerg

Depois de uma pesquisa apurada pelo Bloomberg, a partir da pandemia, os bilionários estão cada dia mais bilionários.

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Não é de hoje que sabemos que com a chegada da pandemia, pudemos notar que ela acelerou o que já era tendência e acabou reforçando os extremos.

Certamente, isso também se diz respeito para o movimento do dinheiro.

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A desigualdade da renda como um todo, que vinha crescendo, se acentuou ainda mais e os bilionários, que estão no ponto mais alto da pirâmide, estão ficando cada dia mais bilionários.

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A lista segue os seguintes dados:

  • Jeff Bezon, US$ 196,2 Bilhões – ganhou US$ 5,9 Bilhões;
  • Elon Musk, US$ 190,1 Bilhões – ganhou US$ 20,4 Bilhões;
  • Bernard Arnoult, US$ 147 Bilhões – ganhou US$ 32,6 Bilhões;
  • Bill Gates, US$ 145,8 Bilhões – ganhou US$ 14,1 Bilhões;
  • Mark Zuckerberg, US$ 112,6 Bilhões – ganhou US$ 9 Bilhões;
  • Larry Page, US$ 104 Bilhões – ganhou US$ 21,5 Bilhões;
  • Warren Buffet, US$ 103,2 Bilhões – ganhou US$ 15,5 Bilhões;
  • Sergey Brin, US$ 100,5 Bilhões – ganhou US$ 20,7 Bilhões;
  • Steve Ballmer, US$ 93,8 Bilhões – ganhou US$ 13,4 Bilhões;
  • Larry Ellison, US$ 91,3 Bilhões – ganhou US$ 11,7 Bilhões.

Pesquisa mostra que bilionários estão 31% mais ricos

No ano de 2020, segundo a pesquisa da Bloomberg, dada como Índice de Bilionários, a fortuna total das 500 pessoas mais ricas do mundo cresceu em 31% em comparação ao que foi o ano anterior.

A quantia total, cerca de US$ 1,8 trilhão ou R$ 9,8 trilhões, foi a maior que aconteceu desde a criação desse indicador, oito anos atrás.

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Os líderes da lista são Executivos de empresas de tecnologia e mercado de luxo.

Assim, a pesquisa deixa claro que em momentos de crise, quem ganha é quem já está ganhando. Ou seja, as posições das pessoas mais ricas do mundo não mudaram, já que os bilionários ficaram mais ricos.

O que explica esse avanço?

Os ganhos dos bilionários podem ser explicados pela dinâmica que a pandemia trouxe, onde ela acentua a desigualdade e acabou favorecendo a concentração de renda.

Além disso, o confinamento, intensificou a utilização da tecnológica, alavancando o consumo de produtos de maneira online, como o aumento das vendas dos ecommerces.

Outros setores que acabaram ganhando com a situação incluem:

  • Cadeias de armazenamento;
  • Embalagem;
  • Transportes ligados aos ecommerce.

Diante disso, ao mais favorecidos são os consumidores com melhores coberturas de internet e equipamento mais sofisticados.

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Assim, quem tem mais dinheiro para ter acesso aos melhores sistemas e melhores equipamentos.

Já em países onde se concentra consumidores de alta renda, como a China e os Estados Unidos, as compras virtuais ajudaram de maneira significativa para a aquisição de itens de luxo.

Como não podiam realizar viagens internacionais, os integrantes da alta renda foram às compras pela internet, prestigiando virtualmente as grifes.

Bolsa de valores também influenciou nos resultados

Os resultados dos mais ricos não são apenas sobre os resultados operacionais das empresas, mas também no valor de mercado das companhias listadas na Bolsa de valores, contribuindo assim para turbinar o patrimônio de quem tem mais ações dessas empresas.

Um dos fundadores do Google, por exemplo, Larry Page, entrou para a lista de pessoas que possuem mais de US$ 100 bilhões.

O próprio Google começou a pandemia com um valor de mercado de US$ 988,7 bilhões e hoje é avaliado em US$ 1,5 trilhão.

A Amazon é, sem dúvida, o caso mais interessante dessa lista. No primeiro trimestre no ano a empresa conseguiu faturar US$ 125,6 bilhões, um recorde histórico que conseguiu representar um aumento de mais de 40% em relação à mesmo período em 2019.

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