Auxílio emergencial reduzido: 61 milhões de brasileiros vivem na miséria

Com o auxílio emergencial reduzido, milhares de pessoas estão em situação de miséria. A realidade se agravou com a nova onda da pandemia, que abalou as estruturas econômicas do país.

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De acordo com estudos de macroeconomia divulgados esta semana pela USP, cerca de 61,1 milhões de pessoas estão vivendo na pobreza ou extrema pobreza. Estes resultados foram obtidos graças aos cortes do coronavousher. 

Em 2021 a nova rodada do auxílio conta com uma diminuição no valor. Enquanto no ano de 2020 os cidadãos recebiam R$600 reais, em 2021 o valor foi reduzido para valores que podem chegar no máximo a R$375,00 reais em caso de família liderada por mulheres. 

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Como o auxílio emergencial reduzido impactou o país

O movimento do auxílio emergencial reduzido foi feito pelo ministério da economia, que procurou atender aos próprios interesses. Na ocasião, cerca de 50% do valor foi reduzido. 

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O que assustou muitas pessoas foi que enquanto o valor do auxílio diminuiu, os valores de alimentos e combustível aumentaram, gerando dificuldade em controlar os gastos mensais. 

Atualmente os valores do auxílio emergencial são de R$150 reais para pessoas que moram sozinhas, R$250 reais para grupos familiares e de R$375 reais para famílias que são chefiadas por mulheres.

Auxílio emergencial reduzido: menos famílias contempladas 

Além de ter o valor do auxílio emergencial reduzido, houve uma diminuição de famílias que foram contempladas com o benefício. Em comparação com o ano de 2020, cerca de 25 milhões de pessoas ficaram de fora do quadro de pagamentos. 

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Atualmente, é definido como pobre aquela pessoa ou grupo familiar que vive com uma renda de R$469 reais por pessoa. Já casos de extrema pobreza são as situações de pessoas que vivem com um valor inferior a R$ 162 reais mensais. 

Cerca de 80 milhões de pessoas em situação de fome 

As pesquisas feitas pela USP mostram que o auxílio emergencial reduzido deixou cerca de 80 milhões de pessoas em situação de fome. Os números cresceram de forma extrema desde a chegada da pandemia. 

Enquanto no ano de 2019 o número de pobres era de cerca de 51 milhões, com a chegada da pandemia os números cresceram em cerca de 9 milhões. Atualmente, o valor do auxílio emergencial deixou muitas famílias desamparadas. Os números são alarmantes e tendem a piorar nos próximos meses. 

Entenda quem é mais afetado com auxílio emergencial reduzido

Embora várias famílias estejam sofrendo com o auxílio emergencial reduzido, estudos apontam que quem mais sofre com a situação no Brasil são as mulheres negras. 

De acordo com os dados divulgados pela USP, antes da chegada da pandemia, mais de 30% das mulheres negras sofriam em situação de pobreza. Os números tendem a subir com a atual situação econômica do Brasil. 

As pesquisas mostram que as mulheres são mais suscetíveis a situação de pobreza, visto que tem mais propensão a empregos informais e recebem um salário inferior ao dos homens. Toda a situação de segregação em relação às mulheres piorou com a chegada da pandemia. 

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